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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Jerusalém, Capital de Israel


Yerushalaim ירושלים, em hebraico, Urshalim (Jerusalém أُورشَلِم) ou al-Quds (A Santa القـُدْس), em árabe, é a capital, além de maior e mais populosa cidade do Estado de Israel.

Com uma história de vários milênios, a cidade de Jerusalém é o centro espiritual e local mais sagrado do Judaísmo há mais de três mil anos, desde que o Rei David a declarou sua capital e seu filho, Salomão, construiu o Templo Sagrado (Beit haMikdash).

Sua Cidade Velha, apesar de reduzida área (menos de um kilômetro quadrado dentro das muralhas e repartida entre os bairros judeu, muçulmano, cristão e armênio) abriga inúmeros sítios de inestimável valor histórico e religioso para o Judaísmo, o Cristianismo e o Islã. Com destaque para o Monte do Tempo, o local a partir de onde o mundo foi criado por Deus, incluindo Adão, o primeiro homem.

Também no Monte do Templo, onde ocorreu o bíblico episódio do Sacrifício de Itzchak, foram construídos os dois Templos Sagrados, cuja única parte restante é o Muro das Lamentações. Em seu topo, atualmente está a Mesquita de al-Aqsa e o Domo da Rocha, num local que os muçulmanos chamam de Esplanada dos Mesquitas, ou Nobre Santuário (al-Haram al-Qudsi ash-Sharif).



Fora das muralhas da pequena Cidade Velha, Jerusalém é uma moderna e vibrante cidade de quase um milhão de habitantes, sendo dois terços judeus e um terço árabes. É a sede do Parlamento Israelense (Knesset כנסת), da Suprema Corte de Justiça (Baga"tz בג"ץ), além das residências oficiais do Presidente do Estado e do Primeiro-Ministro.

Além de todo o significado político e religioso, é uma cidade de agitada vida cultural, com museus (como o Museu de Israel, onde estão os Pergaminhos do Mar Morto), teatros e sedes de orquestras, além do Memorial do Holocausto (Yad vaShem, com suas belas instalações e esculturas ao ar livre).

Inúmeras também são as áreas de lazer em uma cidade cheia de jardins e parques, e a bela Universidade Hebraica, uma das cem mais respeitadas do mundo.

Diariamente, os judeus de todo o mundo oram voltados para Jerusalém, onde prometem estar no ano que vem. Acima de tudo, prometem jamais esquecê-la.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Yom haShoá em Jerusalém



Hoje, quando falamos dos Chaguim, mencionamos as datas recentemente acrescentadas ao Calendário Judaico.

Uma delas é o Yom haShoá, o Dia do Holocausto, em lembrança aos seis milhões que morreram e à bravura dos que resistiram. Em Israel, é um feriado com conotação muito mais cívica do que religiosa.

Este vídeo mostra exatamente como acontece, às 10 horas da manhã em todo o país: uma sirene toca por dois minutos, e todos ficam em silêncio. As pessoas param seus carros e saem, para ficarem em posição de respeito.

É um dia em que os cinemas e cafés ficam fechados e todos os canais de televisão transmitem apenas programação temática.

Essa esquina (King George com Yafo) é uma das mais movimentadas do centro de Jerusalém, é como se vocês estivessem vendo tudo parar na Cinelândia por dois minutos!