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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

No Knesset (Parlamento)


Palestra com Shlomo Mula...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Jerusalém, Capital de Israel


Yerushalaim ירושלים, em hebraico, Urshalim (Jerusalém أُورشَلِم) ou al-Quds (A Santa القـُدْس), em árabe, é a capital, além de maior e mais populosa cidade do Estado de Israel.

Com uma história de vários milênios, a cidade de Jerusalém é o centro espiritual e local mais sagrado do Judaísmo há mais de três mil anos, desde que o Rei David a declarou sua capital e seu filho, Salomão, construiu o Templo Sagrado (Beit haMikdash).

Sua Cidade Velha, apesar de reduzida área (menos de um kilômetro quadrado dentro das muralhas e repartida entre os bairros judeu, muçulmano, cristão e armênio) abriga inúmeros sítios de inestimável valor histórico e religioso para o Judaísmo, o Cristianismo e o Islã. Com destaque para o Monte do Tempo, o local a partir de onde o mundo foi criado por Deus, incluindo Adão, o primeiro homem.

Também no Monte do Templo, onde ocorreu o bíblico episódio do Sacrifício de Itzchak, foram construídos os dois Templos Sagrados, cuja única parte restante é o Muro das Lamentações. Em seu topo, atualmente está a Mesquita de al-Aqsa e o Domo da Rocha, num local que os muçulmanos chamam de Esplanada dos Mesquitas, ou Nobre Santuário (al-Haram al-Qudsi ash-Sharif).



Fora das muralhas da pequena Cidade Velha, Jerusalém é uma moderna e vibrante cidade de quase um milhão de habitantes, sendo dois terços judeus e um terço árabes. É a sede do Parlamento Israelense (Knesset כנסת), da Suprema Corte de Justiça (Baga"tz בג"ץ), além das residências oficiais do Presidente do Estado e do Primeiro-Ministro.

Além de todo o significado político e religioso, é uma cidade de agitada vida cultural, com museus (como o Museu de Israel, onde estão os Pergaminhos do Mar Morto), teatros e sedes de orquestras, além do Memorial do Holocausto (Yad vaShem, com suas belas instalações e esculturas ao ar livre).

Inúmeras também são as áreas de lazer em uma cidade cheia de jardins e parques, e a bela Universidade Hebraica, uma das cem mais respeitadas do mundo.

Diariamente, os judeus de todo o mundo oram voltados para Jerusalém, onde prometem estar no ano que vem. Acima de tudo, prometem jamais esquecê-la.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Mar Morto (Yam haMelach)


O Mar Morto tem esse nome devido a grande quantidade de sal por ele apresentada, dez vezes superior à dos demais oceanos, o que torna impossível qualquer forma de vida - flora ou fauna - em suas águas.
Qualquer peixe que seja transportado pelo Rio Jordão morre imediatamente, assim que desagua neste lago de água salgada. A sua água é composta por vários tipos de sais, alguns dos quais só podem ser encontrados nesta região do mundo.
Em termos de concentração, e em comparação com a concentração média dos restantes oceanos em que o teor de sal, por 100 ml de água, não passa de 3 g, no Mar Morto essa taxa é de 30 a 35 g de sal por 100 ml de água, ou seja, dez vezes superior[1].
Na verdade, o Mar Morto é um lago de formato estreito e alongado, possuindo 82 quilômetros de comprimento e 18 quilômetros de largura. Ele está a 392 metros abaixo do nível do Mar Mediterrâneo e 417 metros sob o nível do mar (é o ponto mais baixo do planeta Terra).

OBS IMPORTANTE: Antes de entrar na água, é preciso revisar as regras: não mergulhar a cabeça, não ir muito ao fundo, não deixar a água bater nos olhos nem pôr na boca, não nadar de frente, não fazer a barba antes de entrar, evitar se tiver feridas ou cortes expostos, não ficar mais de 20 minutos dentro da água e lavar bem o corpo com água doce após a brincadeira. Apesar de ser visto como fonte de elementos terapêuticos, o Mar Morto tem uma alta densidade de sais, que também podem ser prejudiciais.

A cena avistada de cima é interessante. As pessoas que entram na água para dar um mergulho acabam ficando em uma mesma posição, boiando, com as pernas levantadas acima da água. A alta densidade do Mar Morto, que separa o território israelense do jordaniano, faz com que as pessoas bóiem muito mais de que nos outros mares do planeta.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Mais uma sugestão de livro...


"O Judaísmo Vivo", de Michael Asheri, é uma excelente opção tanto pra quem quer ler de uma vez e colocar-se em dia com os costumes, tradições e leis do Judaísmo como também para quem quer tê-lo em casa como fonte de consulta esporádica.

O livro explica de forma completa as divisões internas do Povo Judeu, os costumes de cada festa, o Ciclo da Vida no Judaísmo e a posição deste frente aos inúmeros dilemas do mundo moderno, como doação de órgãos, entre outros.

E o melhor de tudo: está disponível na biblioteca do Hillel!!!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

mais dilemas

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Taglit Literário


"Exodus", de Leon Uris, é um bom livro para conhecer a história do Sionismo e da formação do Estado de Israel e acabou de ser re-lançado em edição de bolso custando menos de 20r$!

Sinopse

“Um retrato emocionante do tratamento desumano sofrido pelo povo judeu na Europa, do êxodo rumo à Palestina nos séculos XIX e XX e da fundação triunfante da nova Israel.”
The New York Times

“A história de um verdadeiro milagre: a volta dos judeus à sua terra natal após mais de dois mil anos de sofrimentos e perambulações pelo mundo.”
Leon Uris

Um dos maiores fenômenos literários do século XX, este romance épico descreve as atrocidades que os judeus sofreram na Europa e o êxodo desse povo em direção à Palestina em busca de um Estado próprio. Um sonho acalentado por milênios, concretizado depois de muita luta e sofrimento. O caminho seguido ilegalmente por milhares de pessoas resultou na fundação do Estado de Israel, pequeno oásis cercado de inimigos por todos os lados. Exodus é um retrato magnífico do nascimento de uma nação, uma história que conquistou os leitores de todo o mundo com sua trama emocionante e personagens realistas e cativantes.

Descendente de imigrantes poloneses, Leon Uris nasceu em Baltimore, no Estado norte-americano de Maryland, em 1924. Aos 17 anos alistou-se no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos quando seu país entrou na Segunda Guerra Mundial. Publicado em 1953, seu primeiro livro, Grito de guerra, foi inspirado nas experiências do autor durante o conflito mundial. Desde então, Uris passou a se dedicar integralmente à literatura. Exodus nasceu do grande interesse do autor por temas de forte conteúdo social. Lançado no final dos anos 1950, este livro é um fenômeno da literatura do século XX, com milhares de exemplares vendidos em todo o mundo.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Dilemas

MILON - Pequeno Dicionário Hebraico

Algumas palavras usadas nas últimas peulot...

Knesset - כנסת - Literalmente: Assembléia. A Knesset é o parlamento israelense, composto de 120 membros eleitos democraticamente por todos os cidadãos do país, através de votos em listas partidárias, para mandatos de quatro anos.

HaKotel HaMaaraví - הכותל המערבי‎ - Literalmente: O Muro Ocidental. O Muro das Lamentações: a única parte restante do Templo de Jerusalém, localizado na Cidade Velha. Também chamado apenas de Kotel.

Aliá - עלייה - Literalmente: Ascenção. Nome dado à imigração dos judeus a Israel.

Olê - עולה - Literalmente: aquele que ascende. Imigrante. (Plural: Olim; Feminino: Olá; Pl. Fem.: Olot)

Chaiál - חייל - Soldado. (Plural: Chaialim; Feminino: Chaielet; Pl. Fem.: Chaialot)

Kashrut - כשרות - O conjunto das leis judaicas que regem a alimentação.

Kasher - כשר - Literalmente: apropriado. Um alimento preparado de acordo com a Kashrut.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A viagem do hillel

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

sexta-feira, 16 de outubro de 2009