sexta-feira, 25 de julho de 2014
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Tenda Beduína - Deserto do Neguev
Voluntariado - Tzedek (Justiça Social)
Cultura Israelense - Show do Mayumana!!!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Jerusalém, Capital de Israel

Yerushalaim ירושלים, em hebraico, Urshalim (Jerusalém أُورشَلِم) ou al-Quds (A Santa القـُدْس), em árabe, é a capital, além de maior e mais populosa cidade do Estado de Israel.
Com uma história de vários milênios, a cidade de Jerusalém é o centro espiritual e local mais sagrado do Judaísmo há mais de três mil anos, desde que o Rei David a declarou sua capital e seu filho, Salomão, construiu o Templo Sagrado (Beit haMikdash).
Sua Cidade Velha, apesar de reduzida área (menos de um kilômetro quadrado dentro das muralhas e repartida entre os bairros judeu, muçulmano, cristão e armênio) abriga inúmeros sítios de inestimável valor histórico e religioso para o Judaísmo, o Cristianismo e o Islã. Com destaque para o Monte do Tempo, o local a partir de onde o mundo foi criado por Deus, incluindo Adão, o primeiro homem.
Também no Monte do Templo, onde ocorreu o bíblico episódio do Sacrifício de Itzchak, foram construídos os dois Templos Sagrados, cuja única parte restante é o Muro das Lamentações. Em seu topo, atualmente está a Mesquita de al-Aqsa e o Domo da Rocha, num local que os muçulmanos chamam de Esplanada dos Mesquitas, ou Nobre Santuário (al-Haram al-Qudsi ash-Sharif).

Fora das muralhas da pequena Cidade Velha, Jerusalém é uma moderna e vibrante cidade de quase um milhão de habitantes, sendo dois terços judeus e um terço árabes. É a sede do Parlamento Israelense (Knesset כנסת), da Suprema Corte de Justiça (Baga"tz בג"ץ), além das residências oficiais do Presidente do Estado e do Primeiro-Ministro.
Além de todo o significado político e religioso, é uma cidade de agitada vida cultural, com museus (como o Museu de Israel, onde estão os Pergaminhos do Mar Morto), teatros e sedes de orquestras, além do Memorial do Holocausto (Yad vaShem, com suas belas instalações e esculturas ao ar livre).
Inúmeras também são as áreas de lazer em uma cidade cheia de jardins e parques, e a bela Universidade Hebraica, uma das cem mais respeitadas do mundo.
Diariamente, os judeus de todo o mundo oram voltados para Jerusalém, onde prometem estar no ano que vem. Acima de tudo, prometem jamais esquecê-la.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Praça Rabin (Kikar Rabin)



Praça Rabin ou Kikar Rabin (em hebraico) é uma das praças centrais da cidade Tel Aviv.
A praça é homenageada ao Primeiro-ministro de Israel Yitzhak Rabin, que foi assassinado nesta praça mesmo em novembro de 1995.Na noite de sábado, 4 de Novembro de 1995, três tiros prematuramente terminaram a vida de Yitzchak Rabin, Primeiro Ministro de Israel. Rabin foi assassinado imediatamente após um ato pela paz, em Tel Aviv, onde centenas de milhares demonstravam seu apoio ao processo de paz, e seu amor e afeição por Rabin e Peres como seus líderes.
Yitzchak Rabin, o Chefe do Estado Maior durante a Guerra dos 6 Dias, e ganhador do Prêmio Nobel da Paz, morreu aos 73 anos.
A nação inteira ficou chocada, e foi declarado luto nacional. Mais de um milhão de pessoas passaram pelo caixão que ficou exposto nos jardins da Knesset, para prestarem uma última homenagem ao Primeiro Ministro. Dezenas de milhares de jovens vieram à Kikar Malchei Israel, acenderam velas, expressaram sua emoção com graffitis e cantaram suavemente em memória ao Primeiro Ministro que foi assassinado pelo seu plano de paz.
A praça chamava-se antigamente Kikar Malkei Israel traduzido - praça dos reis de Israel.
Depois do assassinato de Rabin juntaram-se durante dias jovens de todo Israel para lembrar do primeiro-ministro e para expressar o choque que pegou a sociedade israelense. Esta geração de jovens chama-se também "A juventude da praça" ou a "juventude das velas" pois esta geração fez demostrações espontâneas na praça e ascenderam milhares de velas.
A praça é um lugar popular para demonstrções e manifestações políticas, por causa da grande área dela. Nesta praça acontece também a feira do livro hebraico cada verão.
Dentro da praça Rabin encontra-se a prefeitura de Tel Aviv.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Milon de Shabat
Kabalat Shabat (pl. Kabalot Shabat) - קבלת שבת - Recebimento do Shabat, a curta cerimônia realizada ao final da tarde da sexta-feira, com o acendimento das velas de Shabat (Obs.: a palavra Kabalá significa recebimento, recepção, recibo)
Parashat haShavúa - פרשת השבוע - Literalmente: porção semanal. Trecho da Torá, lido na sinagoga aos sábados, segundas e quintas.
Miztvá - מצוה - Mandamento. Ao longo da Torá, estão descritos 613 mandamentos, parte deles positiva (farás) e parte negativa (não farás). Estes mandamentos, assim como as interpretações acerca deles, compõem a Halachá (Lei Religiosa Judaica).
Kidush - קידוש - Santificação. Benção feita sobre vinho ou suco de uva. É a principal parte da miztvá "Zachor et Yom haShabat" (Lembrarás do Dia do Shabat).
Parashat haShavúa - פרשת השבוע - Literalmente: porção semanal. Trecho da Torá, lido na sinagoga aos sábados, segundas e quintas.
Miztvá - מצוה - Mandamento. Ao longo da Torá, estão descritos 613 mandamentos, parte deles positiva (farás) e parte negativa (não farás). Estes mandamentos, assim como as interpretações acerca deles, compõem a Halachá (Lei Religiosa Judaica).
Kidush - קידוש - Santificação. Benção feita sobre vinho ou suco de uva. É a principal parte da miztvá "Zachor et Yom haShabat" (Lembrarás do Dia do Shabat).
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Shabat

A Torá, em seu primeiro livro (Bereshit - Gênesis), conta que Deus criou o mundo em seis dias e, no sétimo, descansou, santificando-o.
De acordo com o calendário lunar, em que os dias têm início e fim ao por-do-sol, o Shabat começa no final da tarde da sexta-feira, encerrando-se ao escurecer do sábado.
Tradicionalmente, o dia sagrado e festivo da semana judaica, o Shabat é conhecido por seus costumes (mandamentos positivos, ou mitzvot positivas) e pela proibição de inúmeras atividades (mitzvot negativas).
Antes da tarde de sexta, ou mesmo na quinta, muitas famílias começam a preparar-se para o Shabat, comprando comida e arrumando a casa para "recebê-lo".
Inicia-se o Kabalat Shabat com o acendimento das velas, cerca de 18 minutos antes do anoitecer, quando já é possível avistar estrelas a olho nu no céu.
Em seguida, muitas família vão à sinagoga, inclusive um grande número de pessoas que não têm o costume de ir nos demais dias da semana, fazendo do Shabat o dia de maior movimento, exceto pelos feriados.
À noite, o costume é uma refeição familiar festiva, que inclui um kidush abençoando o vinho e o pão. Pela manhã do sábado, é lida a Parashat haShavúa na sinagoga, ocasião em que muitos aproveitam para celebrar o seu Bar-Mitzvá.
Os dois principais mandamentos relacionados ao Shabat são Zachor (Lembrarás) e Shamor (Guardarás), simbolizados pela preparação especial, pela alegria em receber o Shabat, pela lembrança de que Deus descansou no Shabat e assim também devemos fazer nós, e também pelas duas velas acesas pelas mulheres: uma para cada mandamento.
As leis que regem este descanso proíbem, portanto, um vasto leque da atividades considerados trabalho. Estas leis, entretanto, podem (e devem!) ser deixadas de lado para preservar o principal valor do Judaísmo: a vida.
Desta maneira, não há problema algum no funcionamento de hospitais e demais serviços essenciais à vida, assim como a defesa do Estado através do exército e outras forças de segurança, além de atividades excepcionais, como dirigir um carro para levar alguém ao hospital.
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Curiosidades sobre o Shabat:
- Mulheres grávidas são consideradas, do ponto de visto religioso judaico, como pessoas adoecidas, sendo permitido realizar trabalho para, por exemplo, cessar-lhes um desejo de comer uma sobremesa que não há em casa.
- Em localidades próximas ao Pólo Norte, onde não escurece durante o verão, e não há sol no inverno, é comum observar o Shabat de acordo com o horário da principal comunidade judaica da região (por critérios históricos, mas também por questões de fuso-horário). Por exemplo, no Alasca, o Shabat é iniciado e encerrado de acordo com o horário de Seattle (EUA) e no extremo norte da Europa, usam-se como referência algumas cidades alemãs.
- No caso de um homem morar sozinho, ou encontrar-se sozinho em casa na hora do acendimento das velas, não há problema em fazê-lo, apesar de ser uma atribuição preferencialmente da mulher.
- O casal que mantém relações sexuais no Shabat (especialmente, na noite de sexta para sábado) está cumprindo uma mitzvá dupla: procriação + alegrar-se no Shabat!
- A lista das atividades proibidas está aqui.
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Muro das Lamentações (HaKotel HaMa'aravi)
O Muro das Lamentações, ou Muro Ocidental, (HaKotel HaMa'aravi הכותל המערבי em hebraico), é o local mais sagrado do judaísmo.
Trata-se do único vestígio do antigo Templo erigido por Herodes, o Grande, no lugar do Templo de Jerusalém inicial, construído pelo Rei Salomão. Foi destruído por Tito no ano de 70. Muitos fiéis judeus visitam o Muro das Lamentações para orar e depositar seus desejos por escrito.
Entre os anos de 1948 e 1967 o Muro ficou novamente inacessível para os hebreus, pois neste período Jerusalém estava cindida, cabendo à Jordânia justamente a parte que continha o Templo, que passou a ser destinada ao armazenamento de lixo. Posteriormente, após a Guerra dos Seis Dias, a entrada foi novamente liberada e o Muro se transformou em um símbolo de vitória, sendo restaurada a sua condição de local sagrado.

O muro, da face oeste do Templo, tem 48 metros de comprimento e 18 de altura e também faz parte do que é atualmente o muro ao redor do Domo da Rocha e da Mesquita de Al Aqsa. Este local também é sagrado para os muçulmanos e, há séculos, tem sido fonte de conflitos entre árabes e judeus.
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